domingo, 15 de fevereiro de 2009

A história de um jovem que teve a vida transformada depois de participar de um evento de carnaval da RCC


Queridos,
Minha opinião formada é a seguinte: O Cristão não precisa ser careta, mas o Cristão tem que estar com Deus em todos os lugares.
Pois Deus não tira férias e nem para de agir em nosso ser durante o Carnaval, portanto cada um deve saber o que vem de Deus ou não, com certeza podemos muito bem brincar o carnaval com Deus no coração e sem exageros, fugindo de lugares que não condiz com a nossa condição de sermos Povo de Deus.
Márcio Panda
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A história de um jovem que teve a vida transformada depois de participar de um evento de carnaval da RCC


A RCC, pelo Brasil inteiro, desenvolve uma série de atividades que têm por objetivo cristianizar um período tão dominado pela cultura de morte: o carnaval. O testemunho abaixo, comprova que tais iniciativas dão bons frutos. Muitas pessoas têm descoberto a verdadeira alegria graças a eventos realizados durante a festa mais popular do Brasil.
Meu nome é Alexandre Buch. Tenho 34 anos, mas minha vida começou aos 22, quando tive uma experiência com o Espírito Santo, que me revelou o Amor do Pai e a Salvação em Jesus Cristo.
Meus pais se separaram quando eu tinha apenas um ano e meio de idade. Sem condições de cuidar de cinco filhos até aquele momento (hoje somos em sete irmãos), minha mãe achou melhor colocar-me em um orfanato. Fiquei lá até os nove anos de idade. Quando sai do orfanato, achei que minha vida fosse mudar e eu iria viver com minha família, mas minha mãe acabou conhecendo um homem e foi viver com ele. Essa pessoa era muito agressiva e batia nela. Novamente tive que sair de casa, indo viver com uma amiga da família.
Alguns anos depois, voltei a viver com minha mãe. O ambiente não era bom. Minha casa havia se tornado um ponto de venda de drogas. Eu tinha que conviver com esta realidade. Meu relacionamento com minha mãe era complicado, e ela não queria que eu vivesse lá.
Então comecei a trabalhar e conheci alguns "amigos". Passei a ir para as "baladas", a ter uma vida desregrada. Bebia muito. Eu estava com dezessete anos e, naquela época, tudo parecia maravilhoso. Mas eu estava enganado, estava sempre bebendo, e me envolvia com diferentes meninas, desequilibrando minha sexualidade.
Meu relacionamento com minha mãe piorou e ela me expulsou de casa. Sai, achando que eu era um homem livre. Mas não foi assim! Comecei a procurar ajuda com meus supostos amigos. Ninguém me acolheu. Tentei por várias vezes achar um lugar, mas não consegui; sendo assim, dormia na rua. Cheguei a ir preso, por furto. Comecei a roubar para sustentar meus vícios. Sem alternativa voltei para casa, mas a situação era insuportável.
Um Domingo de carnaval no ano de 1996, um colega do meu bairro me convidou para ir ao Gabaon (Carnaval da RCC de Curitiba). Relutei, mas sabendo que haveria muitas meninas lá, acabei aceitando.
No primeiro dia vi gente louvando, cantando, chorando. Achei que fossem loucos e pensei em não voltar mais. Acabei retornando no dia seguinte e, mesmo sem levar nada a sério, algo estava acontecendo em mim. As músicas mexeram comigo e eu sai daquele evento me dando conta que minha vida estava totalmente errada. Depois disso fui a um retiro de "primeira experiência" e lá fui batizado no Espírito Santo. Tive um encontro pessoal com Jesus e o reconheci como meu Senhor e Salvador.
A partir daí, comecei a buscar ao Senhor. Fiz alguns retiros, procurando conhecer melhor quem era o Espírito Santo e o que Ele queria de mim. Foi a graça mais abundante que aconteceu na minha história de vida. Cresci no conhecimento de Jesus e de sua Palavra. Conheci Emilene, minha esposa, que na época era uma grande amiga que me ensinou a tocar violão e cantar nas missas. Passei a me envolver mais na vida da RCC. Em Janeiro de 2008, assumi a coordenação do Ministério de Música e Artes de Curitiba. Sou muito grato a Deus por confiar esta obra e sustentar toda a minha vida. Hoje trabalhamos para Semear a Cultura de Pentecostes em nossa cidade, levando todos os artistas de Deus e serem portadores desta graça do Espírito. Assim como fui levando a Deus pela música, creio que poderemos evangelizar por meio arte e ministração poderosa do Espírito.
Creio que os encontros de Carnaval, são meios eficazes para um derramamento do Espírito Santo na Vida de muitas pessoas. Assim como eu, muitas pessoas, em nossa cidade têm experimentado Deus e sua Salvação durante os dias de Encontro.
Hoje, vivo sustentado pela efusão do Espírito, tenho uma filha de seis anos, Bárbara, e graças a Deus e minha Família (Emilene e Bárbara) tenho vivido nos caminhos do Senhor. Posso declarar de fato que "A alegria do Senhor é a Nossa força"!
A ALEGRIA DO SENHOR É NOSSA FORÇA (Ne 8,10)
O testemunho do Alexandre é um incentivo a todos que promovem eventos carismáticos de Carnaval. Ainda dá tempo de seu Grupo de Oração, Cidade ou Diocese organizar atividades.
Podem ser feitos momentos de louvor ao Senhor, seja em retiros, encontros, noites carismáticas; nas paróquias, salões comunitários, bailes, ruas, praças, ou seja, onde e da forma que o Espírito Santo inspirar, dentro da identidade da RCC.
O tema deste ano: A Alegria do Senhor é Nossa Força é um convite a implantarmos a Cultura de Pentecostes nesse período. É hora de mostrarmos ao mundo a razão da nossa felicidade.
Alegremente, vamos proclamar no carnaval de 2008 que Jesus Cristo é o Senhor! Amém! Aleluia!
http://www.rccbrasil.org.br/agenciadenoticia.noticia.html?id=4658